| A convite de Genser Freire e Tuca Galvão da Bahia Scuba, o cantor Netinho se aventurou a mergulhar na Baia de Todos os Santos, em Salvador, pela primeira vez. A descoberta do mundo subaquático pelo cantor aconteceu no naufrágio Marauldi, que localiza-se a 300 metros do Farol da Barra com uma profundidade média de 06 metros. Netinho relatou em seu blog sua aventura e fez um apelo: "O tempo estava meio nublado mas o mar estava tranquilo e lá embaixo tudo era muito límpido. Poder ver de perto as incríveis cores dos corais, dos peixes e de tudo lá embaixo é uma emoção enorme. Vou mergulhar mais vezes. É calmante e relaxante! Ficamos um bom tempo mergulhando e deu para perceber também o mal que fazemos ao mar. Junto ao navio naufragado, muitos pneus, sacos plásticos, copos plásticos, entre outros detritos que não podiam estar lá compondo aquela paisagem.", diz o cantor. |
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Netinho mergulha na Baia de Todos Os Santos
Netinho critica revista e diz que foi vítima de má editoração das palavras
| Fonte: Saulo Kainuma O cantor Netinho, que causou polêmica na semana passada, assumindo sua bissexualidade e que já havia experimentado drogas, afirma que a entrevista concedida à Revista Quem foi manipulada já que foi editada de forma errada. “Não sou a pessoa que a entrevista publicada na Revista QUEM sugere. Fui vítima de uma edição errada das minhas palavras. Dei uma entrevista de quase duas horas que não pode ser resumida apenas em poucas linhas.” Em seu blog pessoal, o cantor afirma ainda que esse tipo de coisa sempre acontece entre pessoas públicas e jornalistas e que ele não foi o primeiro e nem será o último: “Na revista, algumas coisas que eu falei não aparecem na matéria e outras tantas não aparecem por completo. Mas isso é algo que acontece frequentemente nesta relação de pessoas públicas com jornalistas. Infelizmente, isso sempre acontece. Não fui a primeira pessoa pública a passar por isso, nem serei a última.” Leia abaixo as principais ressalvas feitas pelo cantor sobre a entrevista: DROGAS “Da forma como e revista publicou, a impressão que se tem é que fiz apologia ao uso de drogas. ISSO NUNCA!” CARREIRA E SUCESSO “Tenho hoje a exata convicção de que o que levamos de tudo isso não é a fama, o sucesso, o dinheiro, os milhões de discos vendidos. O que realmente vale pra mim e me constrói é o que eu conquistei ou posso conquistar nas pessoas.” “Já na ótica puramente artística, me orgulho muito da minha carreira e de tudo que fiz. Gravaria novamente todas as músicas que gravei, faria os mesmos shows, tudo da mesma maneira como fiz! Também falei exatamente isso para a Revista QUEM e NÃO FOI PUBLICADO!” PAGODE “Quando falei do surgimento do pagode baiano e das letras de duplo sentido que também ajudaram a fazer o sucesso desse movimento, não foi com a intenção de denegrir ninguém ou de desrespeitar ninguém. Até porque falei de amigos, de colegas, de artistas que respeito e que têm o seu público, que não é pequeno. Disse que nunca cantei essas músicas nos meus shows apenas por uma questão de não me identificar com aquelas letras, de não perceber qualquer ligação artística com a linha de trabalho que sempre desenvolvi na minha carreira. E nunca cantei mesmo, é verdade! Falei também, e muito, da música "Toda Boa", lançada há dois anos pelo grupo Psirico, e que canto em TODAS as minhas apresentações. É uma canção do repertório do pagode baiano que eu gosto, admiro e me identifico. Isso também NÃO FOI PUBLICADO na matéria.” RELAÇÃO HOMOSSEXUAL “Quanto à questão de eu já ter vivido no PASSADO uma experiência amorosa com alguém do mesmo sexo que o meu, acho impressionante como uma história desse tipo ainda mexe com algumas pessoas em pleno século XXI. NUNCA DISSE à Revista QUEM ou a ninguém que sou gay ou homossexual. Apenas relatei uma experiência vivida no passado. Sou homem, vivi esta experiência como homem e de forma verdadeira e sincera. Nada do que vivi nesta relação maculou o meu caráter ou o meu jeito de ser e de tratar as pessoas. Fui muito feliz naquele período e viveria tudo outra vez, sem problemas.” RELIGIÃO “Fui criado na religião católica, ambiente religioso de toda a minha família. Quando eu completei nove anos de idade, perdi o meu pai num acidente de carro e não aceitei o fato de Deus tê-lo retirado de nós tão cedo. A partir daí, nunca mais frequentei a Igreja Católica e comecei a ler e a buscar informações sobre diversas religiões. Quando me casei, casei em minha casa numa cerimônia católica em respeito à família da minha ex-mulher.” “Já visitei vários tipos de templos, conversei com muitas pessoas ligadas a vários tipos de religião e sempre li e leio muito a respeito. Apesar disso, nunca me senti atraído por qualquer linha religiosa. Minha religião então é muito particular e o meu "Deus" é aquele que aprendi a enxergar. Acredito em energia e para mim tudo está ligado a isso. A minha religião é fazer o bem e procurar sempre passar energia positiva para as pessoas e para o mundo. Acredito que a gente recebe do mundo o que damos para ele. Isso NÃO FOI PUBLICADO na entrevista.” OPINIÃO SOBRE A ENTREVISTA DA REVISTA QUEM “Agradeço à Revista QUEM pela entrevista, mas faço aqui as minhas RESSALVAS. Tudo o que escrevo aqui está na fita onde o jornalista registrou toda a entrevista. NÃO SOU a pessoa que a entrevista publicada na Revista QUEM sugere. Fui vítima de uma edição ERRADA das minhas palavras. Dei uma entrevista de quase duas horas que não pode ser resumida apenas em poucas linhas. Fora essas coisas, tudo o mais que falei sobre a minha carreira, sobre os novos projetos, sobre o meu próximo carnaval de Salvador, sobre a gravação do meu próximo DVD, tudo isso NÃO FOI INCLUÍDO NA MATÉRIA, revelando claramente a opção do editorial da revista pelos temas mais polêmicos. RECADO PARA O PÚBLICO GERAL “Francamente, não estou aqui nesta vida para agradar a gregos e troianos. Nem Jesus Cristo conseguiu tal façanha. Como disse, respeito todas as opiniões dos que não me conhecem realmente, mas são palavras que nada me dizem.” “Me importa é a opinião dos que me conhecem, dos que sabem do meu caráter, da minha responsabilidade e da minha maneira de agir com o mundo.” “Nada do que escreveram ou que possam escrever mudará o orgulho que tenho de toda a minha vida e da minha carreira.” |
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Uma festa para quem escuta de tudo
Durante o show, a rainha do axé demonstrou o descontentamento pela demora de voltar à Natal, mas para compensar a diva custou a sair do palco.

Em seguida, um dos grandes nomes da música baiana, o cantor Netinho, subiu ao palco com um apito e comandou a noite em clima de muita alegria. Sucessos antigos como “Mila”, “Capricho dos deuses” e “Menina” não escaparam do repertório.
O show do baiano contou ainda com a participação do ator e cantor Sérgio Loroza, da TV Globo.
A interação rendeu uma mistura do axé pop com o samba e funk, a tradução da diversidade da música brasileira.
Para fechar a noite, o Forró do Muído levou aos “coleguinhas”, como as vocalistas se referem ao público, o forró que vem fazendo sucesso no Brasil.
A banda formada por Simone, Samara e Binha Cardoso mostrou descontração e interação com o público. No show, apresentou músicas como “Mente tão bem”, Como eu duvido” e o grande sucesso “São amores”.

sábado, 13 de setembro de 2008
Netinho revela que gosta de meninos e menina
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Netinho Esclarece Polêmica

(Redação Axezeiro)
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
“Eu gosto de meninos e meninas”
De volta com um novo CD após três anos de sumiço, o cantor baiano diz que se considera bissexual, conta as experiências que teve com drogas e admite que usa botox
Valmir Moratelli

QUEM: Por que você deu uma parada?
NETINHO: Parei por dois anos e oito meses. Decidi parar pouco antes de 2005. Estava sem saco para viajar, trabalhar, não queria fazer shows, estava angustiado. Me chamaram de louco, mas não tinha escolha. Foi um processo tão violento, não sei se estaria vivo para dar esta entrevista. Parar foi uma das coisas mais importantes que fiz na vida. Agora trabalho o equilíbrio curtindo a vida. Só fui saber o que é fazer churrasco para os amigos há alguns anos. Tinha tudo o que o sucesso pode dar, mas me sentia vazio.
QUEM: Como deixou essa angústia tomar conta de você?
N: Quando você chega a um nível de sucesso, perde a noção das coisas. Estava conversando com Ivete Sangalo sobre isso, e reafirmei esse pensamento. O artista não tem noção do que é sua vida quando está no auge. Eu vivia amarelo, não tomava sol, me sentia feio, não queria ver ninguém, desmarcava vários programas de TV. A Hebe foi uma das pessoas que ficou chateada comigo. Eu não gostava de mim, não estava a fim de aparecer.
QUEM: É fácil parar de trabalhar quando se tem muito dinheiro, não?
N: Talvez. Não pensei por esse lado. Saí de casa aos 16 anos e tudo o que eu tenho construí sozinho. Não quis dinheiro do meu pai. Não tive infância pobre, meu pai não aceitava que a gente andasse descalço. Mas “nada como viver” (aponta para a frase tatuada no braço direito). Sucesso não vale muita coisa. Tomando banho de piscina com meu ex-empresário, contei a ele que queria parar. Falei: “Que nenhum fã saiba disso, mas tudo que conquistei na música em nada me acrescenta como pessoa”. É tudo pó. Meus discos de ouro, platina, diamante não representam nada. O bem maior que eu tenho é o que proporciono às pessoas.
QUEM: Como seus fãs reagiram?
N: Fiquei nove meses fora do Brasil, entre Londres e Barcelona, para não ver a reação do público. Sei que machuquei muita gente com a decisão de parar, porque o ídolo toma uma dimensão na vida do fã que muitas vezes não sabe. Eu negava autógrafo, negava foto, só pela angústia de não querer ser reconhecido.
QUEM: Como se recuperou?
N: Sozinho. Não tenho religião, sou contra análise. Sou canceriano, não vivo sem momentos de solidão. É quando mais cresço. Namorada, família não entendem isso. Meus irmãos falavam para minha mãe: “Netinho vai se matar”. E ela: “Isso vai passar”.
QUEM: O que leva a crer que a angústia não voltará?
N: Aos 42 anos, vivo a fase mais feliz da minha vida. Isso se deve mais a meu lado pessoal do que profissional. Estou feliz demais, apaixonado, vendo tudo colorido, estou com uma mulher há um mês e meio, vivendo muitas coisas pela primeira vez. Não perco mais uma rave na vida. Sou o cara que mais dança nas raves, sou o último a sair. Ainda levo o som para o quarto e continuo a rave no hotel. Nunca tinha feito isso.
QUEM: Quantas plásticas você já fez?
N: Fiz duas no nariz, por causa de uma cicatriz. Coloco botox há dois anos e sou viciado em malhação. Adoro ficar malhado para o Carnaval.
QUEM: Já tomou anabolizantes?
N: Já, sim, uma vez. Já viu que sou verdadeiro, né? Tudo que você perguntar eu respondo. Não gostei dos anabolizantes, porque perdi movimentos, o braço não levantava, me sentia pesado. Fiquei com o pescoço horrível. Tomei por decisão própria, aquela coisa de academia. Você começa a malhar e não sai mais da frente do espelho. Passei do limite. Mas não fiquei com seqüela. Nada de cabelo cair, impotência... Tenho voz aguda, nem ficou mais grave.
QUEM: Tem medo de envelhecer?
N: Não tenho problema com idade, sou um moleque. Você precisa me ver numa rave. A última foi em Sauípe, três dias de rave, há quase um mês.
QUEM: Já usou droga nessas raves?
N: Já usei drogas em rave, sim. A experiência foi maravilhosa. Nessa vida a gente tem que provar de tudo, desde que tenha vontade e ache que não vai passar daquilo. A primeira vez que provei foi em Portugal. Foi uma experiência terrível, fiquei louco. Nunca cheirei, só passei cocaína aqui (alisa a gengiva). Não uso porque sei de experiências de pessoas que caíram mortas. Sou ativo, não preciso disso para me divertir. Maconha odeio. Para ficar acordado por muito tempo, basta eu beber energético e vodca. Já misturei álcool com ecstasy. Mas ultimamente só tomo vodca com energético. Meu último porre foi em Sauípe. Sou movido a felicidade.
QUEM: Em 2006, você gravou a música “Tá Bom”, incluída nesse novo CD. É uma letra com referência a homossexuais?
N: Não tinha uma música específica para o Carnaval, quando compus essa letra com Carlinhos Brown. E deu uma polêmica enorme, porque fala “menino com menino, menina com menina”. Acho isso uma bobagem, não entendi o tititi. Não era nossa idéia levantar bandeira. Mas é uma música com referência ao homossexualismo, sim.
QUEM: Já teve alguma experiência?
N: Já tive experiência homossexual. Foi há algum tempo, foi interessante. É a filosofia de que devemos passar por tudo na vida. Deus é energia, quando a gente morre é escuro total. Morreu, acabou. A oportunidade é agora. Não dá para deixar nada para depois.
QUEM: Quanto tempo durou essa relação?
N: Três anos, mas não foi com famoso. Não gosto de famoso (risos). Sou anti-Netinho, sou contra essa coisa que cerca o personagem. Não chegamos a morar juntos, não dá certo. Tem que ser cada um no seu canto. O mundo caminha para o individualismo.
QUEM: Você tem uma filha de 10 anos e disse que está namorando uma mulher. Considera-se bissexual?
N: Eu gosto de meninos e meninas, mas hoje gosto mais de meninas. Eu me considero bissexual. Essa relação com um homem foi uma experiência que ficou no passado, linda inclusive.
QUEM: Mudando de assunto, como avalia a música baiana atual?
N: Está numa fase excelente, retomando o espaço que perdeu. Comecei com Cheiro de Amor, Banda Eva, Daniela Mercury, Asa de Águia... Nossas músicas falavam das belezas de Salvador. Aí, há uns oito anos, a música passou pela sua pior fase, quando o pagode baiano da periferia dominou o espaço, explodindo músicas de duplo sentido, como “Boquinha da Garrafa’, “Rala o Pinto”... Isso denegriu a música baiana em nível nacional. Isso é uma avaliação técnica, respeito o trabalho do É o Tchan e de todo mundo.
QUEM: Você nunca cantou pagode baiano nos shows?
N: Tem algumas músicas que eu canto, mas nunca “Boquinha da Garrafa”. O pessoal de Salvador até me olha atravessado, mas deixo minha opinião bem colocada. Eu me sinto herdeiro dos herdeiros do Caymmi, sou herdeiro dos tropicalistas. Matava aula para ir ver Caetano cantar.
Netinho se apresenta no Coca-Cola Zero Festival
As maiores estrelas da música e turmas de estilos radilcamente diferentes se juntam para criar uma experiência inusitada . O Festival da Coca-Cola Zero da música, que acontece entre os dias 12 e 13 de setembro. na cidade de Natal (RN).
O cantor Netinho será umas das atrações do evento e sua apresentação será no sabado (13). O evento acontece no Vila Folia, que neste dia receberá além de Netinho, a banda NX Zero e Daniela Mercury.Será a primeira vez que a cidade de Natal irá conferir a turnê "Minha Praia".No repertório novos e antigos sucessos que marcam a carreira do artista como a música de trabalho Caça e Caçador.
O evento que faz uma mistura de ritmos, levará ao palco Sérgio Loroza, para uma participação especial no show de Netinho.É a primeira vez que os cantores se encontram e promente abalar com canções de Tim Mais, do MonoBloco e muito funk.
A apresentação de Netinho está prevista para as 01h da manhã.
